Foi aberta hoje dia 07 de Julho, no Paço Municipal da Prefeitura de Itanhaem a Exposição com o título " "Um olhar sobre Itanhaem"na categoria Pré Cubismo. Parabéns á Professora e Coordenadora do curso de Artes Plásticas.: Artista: Suzana Mattos pela dedicação aos alunos.Este blog Contém dicas de pintura e Desenho, obras de pintura, textura, exposições, mensagens bíblicas e poemas.
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quarta-feira, 7 de julho de 2010
Exposição- Um olhar sobre Itanhaém
Foi aberta hoje dia 07 de Julho, no Paço Municipal da Prefeitura de Itanhaem a Exposição com o título " "Um olhar sobre Itanhaem"na categoria Pré Cubismo. Parabéns á Professora e Coordenadora do curso de Artes Plásticas.: Artista: Suzana Mattos pela dedicação aos alunos.quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Benedito Calixto

BENEDITO CALIXTO
Contato com a arte européia
Benedito Calixto nasceu a 14 de outubro de 1853 na Vila de Nossa Senhora da Conceição de Itanhaem, e adolescente transferiu-se para Brotas, onde pintou seus quadros iniciais. Incentivado pelos encômios, realizou em 1881 sua primeira exposição, na sede do Correio Paulistano, em São Paulo. O insucesso da mostra fê-lo abandonar para sempre a capital e buscar refúgio em São Vicente, onde viveria praticamente o resto da existência e construiria boa parte de sua obra.
Dois anos depois da má estréia paulistana, surgiu a Calixto a oportunidade de estudar seriamente em Paris, a convite e a expensas do Visconde de Vergueiro. O pintor, embora casado desde 1877, parte sozinho para a França, freqüenta sem maiores motivações o ateliê de Raffaelli, cuja arte não aprecia, e pouco depois transfere-se à Academia Julian, como aluno de Boulanger, Lefebvre e Tony-Robert Fleury.
De Paris segue até Lisboa, onde por muito pouco tempo recebe aulas de Silva Porto, tendo ainda freqüentado o ateliê de Malhoa.
Índios ao vivo, no
fundo do quintal
Retornando ao Brasil em 1885, Calixto é rigorosamente o mesmo de quando embarcou: imune a influências, impermeável ao fascínio cultural da capital francesa, permanece até o fim um isolado, praticando um tipo de pintura do qual não se arredaria um milímetro, alheio a qualquer inovação ou renovação.
Quando descansa da pintura, é no passado histórico de São Paulo que se refugia, ou então se volta para as estrelas, em sua paixão de astrônomo amador.
Esse amor excessivo à História seria aliás nocivo ao artista, que com escrúpulos de documentarista chegará a povoar de indígenas o quintal de sua casa, a fim de mais fielmente pintar A Fundação de São Vicente, e que fincaria no mesmo local gigantesco mastro, para ter uma idéia mais real de como seriam as naus de Martim Afonso de Sousa, quando aportou em 1532 a São Vicente.
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Obras de ALDEMIR MARTINS


Aldemir Martins:
nasceu no Ceará, aos 11 anos é enviado para o Colégio Militar de Fortaleza, onde fica 5 anos.Aos 17 transfere-se para o Ateneu São José onde termina o ginásio. Aos 19 anos é convocado para o Exército, onde acaba ficando 4 anos, por causa da guerra mundial. Aldemir sempre gostou de desenhar. No colégio militar ´´e orientador de desenho. No Exército desenha o mapa aerofotogramétrico da cidade de Fortaleza e vence o concurso nas oficinas de material bélico, quando é nomeado cabo pintor. Nessa época conhece Mario Barata, Antonio Bandeira, João Maria Siqueira e Barbosa Leite. Trabalham juntos na Sociedade Cearense de artes plásticas e fundam o grupo Artys ilustra jornais livros e poemas. Em 1945 vem de navio até o Rio de Janeiro por uns dias. Fica um ano. Em 1946 vem á São Paulo expor no Instituto dos arquitetos
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